Também do lado dos editores há já quem ponha em causa o conceito das redacções completamente integradas. Bruno Patino, Vice Presidente do grupo Le Monde e Presidente do Le Monde interactif, afirmou numa entrevista ao Editors Weblog que, dentro de dois anos, a questão (integração ou não-integração) será considerada obsoleta porque uma nova organização de trabalho está a emergir. Assim, num novo modelo de redacção alguns trabalhos serão adaptados apenas para uma plataforma, outros para uma multiplicidade delas, enquanto alguns serão completamente "agnósticos" em termos de plataforma. Evocando o processo de convergência nas redacções, Bruno Patino sustenta que a principal questão não deveria ser a integração, mas sim saber como oferecer um melhor produto editorial numa variedade de plataformas.
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domingo, 25 de novembro de 2007
Jornalista multimédia, "ma non troppo"
Começa a gerar algum consenso a ideia de que o exercício da actividade jornalística, em simultâneo, para diferentes plataformas (on-line, imprensa, rádio, televisão) não é viável nem desejável em todas as circunstâncias, conforme tinha sido suscitado aqui. Os limites do jornalismo multimédia foram aqui reconhecidos por alguém que tem o saber de experiência feito
Também do lado dos editores há já quem ponha em causa o conceito das redacções completamente integradas. Bruno Patino, Vice Presidente do grupo Le Monde e Presidente do Le Monde interactif, afirmou numa entrevista ao Editors Weblog que, dentro de dois anos, a questão (integração ou não-integração) será considerada obsoleta porque uma nova organização de trabalho está a emergir. Assim, num novo modelo de redacção alguns trabalhos serão adaptados apenas para uma plataforma, outros para uma multiplicidade delas, enquanto alguns serão completamente "agnósticos" em termos de plataforma. Evocando o processo de convergência nas redacções, Bruno Patino sustenta que a principal questão não deveria ser a integração, mas sim saber como oferecer um melhor produto editorial numa variedade de plataformas.
Também do lado dos editores há já quem ponha em causa o conceito das redacções completamente integradas. Bruno Patino, Vice Presidente do grupo Le Monde e Presidente do Le Monde interactif, afirmou numa entrevista ao Editors Weblog que, dentro de dois anos, a questão (integração ou não-integração) será considerada obsoleta porque uma nova organização de trabalho está a emergir. Assim, num novo modelo de redacção alguns trabalhos serão adaptados apenas para uma plataforma, outros para uma multiplicidade delas, enquanto alguns serão completamente "agnósticos" em termos de plataforma. Evocando o processo de convergência nas redacções, Bruno Patino sustenta que a principal questão não deveria ser a integração, mas sim saber como oferecer um melhor produto editorial numa variedade de plataformas.
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sexta-feira, 16 de novembro de 2007
SIC Online no centro das redacções da SIC
É mais um passo, para a convergência entre as diversas plataformas mediáticas, dado através da Internet. A SIC Online passa a ser o centro de difusão de material noticioso para o universo SIC. Aqui.
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quarta-feira, 14 de novembro de 2007
A rádio também já se vê
É mais um contributo dado pela Internet para a convergência dos diversos meios. A reportagem radiofónica, para além de ser ouvida na rádio, pode ser vista em vídeo. A Rádio Renascença acompanha o sinal dos tempos e já está a disponibilizar, de uma forma sistemática, alguns trabalhos jornalísticos para serem vistos no seu site. Aqui a reportagem é de Ana Cabrita, com imagem e edição de Teresa Abecassis, a propósito do lançamento, hoje, do livro "Os meus 35 anos com Salazar".
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RR
quinta-feira, 23 de agosto de 2007
Um trabalho simultâneo para rádio e televisão
É um sinal dos tempos que se traduz num desafio suplementar para a actividade jornalística: a produção de peças sobre um mesmo tema com destino a suportes diferentes. O conceito emergente está a chegar às redacções portuguesas, como se pode ler aqui, mas ainda não há respostas definitivas sobre se é viável e desejável, em todas as condições, a polivalência do trabalho simultâneo para rádio, televisão, imprensa ou internet. Tendo em vista que cada meio tem a sua linguagem específica, resta saber se o fim da especialização e o caminho para a convergência representa um efectivo benefício para o público ou, simplesmente, uma mais-valia para as empresas. Para os jornalistas o exercício até pode ser estimulante, como eu próprio ensaiei, em 2003, com esta peça para imprensa, este guião para peça de rádio e este audio da peça de rádio, produzidos no âmbito de um Curso de Especialização Pós-graduada em Jornalismo Médico e de Saúde. O futuro não tardará a esclarecer quais as condições e as contrapartidas que envolverão o desempenho polivalente da actividade jornalística.
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sexta-feira, 30 de março de 2007
O fim da ditadura dos "media" tradicionais
"Quem não aparece na imprensa, na rádio e, sobretudo, na televisão não existe". A frase, recorrente desde há um par de anos, começa a fazer cada vez menos sentido devido ao alargamento das redes sociais proporcionadas pela Internet. E o mais certo é chegarmos a uma altura em que se poderá dizer que só existe quem estiver na Internet. Os infoexcluídos mais segregados serão aqueles que não aparecem na rede, que não são capazes de utilizar esta plataforma. Com isto não quero dizer que os media tradicionais desapareçam. Admito, porém, que o seu canal de difusão principal será, porventura, o telefone móvel ligado à Internet e não o papel, as ondas hertzianas ou o fio do cabo. Aqueles que se adaptarem mais depressa à convergência de plataformas como neste exemplo ou neste ou ainda neste ganharão a corrida do reconhecimento público, da notoriedade e da influência. Aliàs, esta última passa cada vez menos pelo tradicional condicionamento através dos conteúdos e mais pela criatividade no conteúdo da forma (já McLuhan dizia que o meio era a mensagem!). Para não se perder o comboio digital é preciso estar atento aos sinais de mudança porque as plataformas de comunicação e partilha abertas com a Internet (e-mail, chat, you tube, my space, hi5) aceleraram as transformações no domínio da interacção. Por isso, conceitos como cidadania, consumo e produção, aplicados aos media, não podem mais ser vistos como até agora.
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