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domingo, 23 de agosto de 2009

Eu prefiro a Internet

Para quem quer estar informado, sobre a actualidade política e económica, os media tradicionais são uma decepção. Os jornais fornecem muita intriga e pouca informação; as televisões mostram muito espectáculo e a informação é residual; as rádios, de uma maneira geral, não têm intriga nem espectáculo, mas a informação jornalística que disponibilizam é irrelevante.

Por isso, eu prefiro a Internet. Na rede, tenho acesso àqueles media e a outros e posso fazer a minha própria edição daquilo que verdadeiramente me interessa, expurgando a intriga e o espectáculo da informação jornalística.

sábado, 19 de janeiro de 2008

Mais educação, maior inclusão

Mais do que a idade ou a capacidade económica, é a educação o factor fundamental que determina a maior ou menor inclusão digital nos EUA. Segundo dados do Pew Internet, somente 7% dos norte-americanos que concluiram formação superior estão fora da rede.

(dica de marcos palacios em Jornalismo & Internet)

sexta-feira, 16 de novembro de 2007

SIC Online no centro das redacções da SIC

É mais um passo, para a convergência entre as diversas plataformas mediáticas, dado através da Internet. A SIC Online passa a ser o centro de difusão de material noticioso para o universo SIC. Aqui.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

A rádio também já se vê

É mais um contributo dado pela Internet para a convergência dos diversos meios. A reportagem radiofónica, para além de ser ouvida na rádio, pode ser vista em vídeo. A Rádio Renascença acompanha o sinal dos tempos e já está a disponibilizar, de uma forma sistemática, alguns trabalhos jornalísticos para serem vistos no seu site. Aqui a reportagem é de Ana Cabrita, com imagem e edição de Teresa Abecassis, a propósito do lançamento, hoje, do livro "Os meus 35 anos com Salazar".

sexta-feira, 30 de março de 2007

O fim da ditadura dos "media" tradicionais

"Quem não aparece na imprensa, na rádio e, sobretudo, na televisão não existe". A frase, recorrente desde há um par de anos, começa a fazer cada vez menos sentido devido ao alargamento das redes sociais proporcionadas pela Internet. E o mais certo é chegarmos a uma altura em que se poderá dizer que só existe quem estiver na Internet. Os infoexcluídos mais segregados serão aqueles que não aparecem na rede, que não são capazes de utilizar esta plataforma. Com isto não quero dizer que os media tradicionais desapareçam. Admito, porém, que o seu canal de difusão principal será, porventura, o telefone móvel ligado à Internet e não o papel, as ondas hertzianas ou o fio do cabo. Aqueles que se adaptarem mais depressa à convergência de plataformas como neste exemplo ou neste ou ainda neste ganharão a corrida do reconhecimento público, da notoriedade e da influência. Aliàs, esta última passa cada vez menos pelo tradicional condicionamento através dos conteúdos e mais pela criatividade no conteúdo da forma (já McLuhan dizia que o meio era a mensagem!). Para não se perder o comboio digital é preciso estar atento aos sinais de mudança porque as plataformas de comunicação e partilha abertas com a Internet (e-mail, chat, you tube, my space, hi5) aceleraram as transformações no domínio da interacção. Por isso, conceitos como cidadania, consumo e produção, aplicados aos media, não podem mais ser vistos como até agora.